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Manda a foto. Recebe uma estimativa.

Um bot no Telegram: manda a foto do prato ou escreve o que você comeu, e em segundos chega uma estimativa de calorias e macros.

feijoada com arroz, um prato médio
Feijoada com arroz (prato médio): mais ou menos 600–900 kcal. Proteína ~40 g, carboidrato ~70 g, gordura ~35 g — tudo aproximado. Porção maior ou menor? Toca no item e ajusta o peso exato em gramas antes de confirmar.

Ilustração do formato da resposta — não é uma captura de tela real. Os números mudam de prato pra prato, e os botões do bot aparecem em português («Confirmar e registrar», «Excluir»).

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As respostas da IA chegam em português, e a interface do bot também: botões, menus e telas.

Como funciona

  1. Manda o que você comeu

    Uma foto do prato ou uma frase do jeito que você fala: "pão de queijo e um pingado". Sem pesar nada, sem procurar numa lista.

  2. Recebe a estimativa

    Em poucos segundos: calorias e macros aproximados, item por item, do jeito que a IA entendeu o prato.

  3. Ajusta antes de salvar

    Em foto, texto ou código de barras, toca no item para ajustar o peso exato em gramas, mudar as calorias por 100 g, usar os botões de mais e menos ou remover o que não estava lá. Só depois vai pro diário.

É estimativa, não medição

Ninguém tira caloria exata de uma foto — nem esse bot, nem os apps grandes, nem nutricionista no olho. O que dá pra fazer bem é chegar perto, dizer de onde veio cada número e deixar a correção a um toque de distância. Então segue aqui, sem rodeio: de onde vem o número, o quanto ele erra e o que o bot não faz.

  • De onde vem o número: o Gemini, do Google, lê a foto ou a frase, separa o prato em itens e estima as porções. Em texto e código de barras, a Fennla também usa a cópia local dos dados de produtos e, quando precisa, a Open Food Facts — uma base aberta mantida por voluntários, que pode ter lacunas ou dados desatualizados. A estimativa de uma foto sem código de barras pode vir direto do Gemini.
  • O quanto isso erra: o nosso próprio erro a gente ainda não mediu — não sabemos o nosso número. No dia em que medirmos, ele aparece aqui. O que já foi medido, com revisão por pares, é o desempenho de modelos parecidos: em «Performance Evaluation of 3 Large Language Models for Nutritional Content Estimation from Food Images» (Current Developments in Nutrition, 9 de setembro de 2025), em 52 fotos padronizadas, o erro médio em calorias ficou em ~36% para o ChatGPT-4o, ~36% para o Claude 3.5 Sonnet e ~64% para o Gemini 1.5 Pro. Duas ressalvas andam junto com esses números: é um chute único a partir de uma foto, sem ninguém corrigindo nada; e o Gemini testado foi o 1.5 Pro, e a gente roda uma geração posterior — então esse número também não é o nosso. Por isso: trate o primeiro número que o bot te dá como ponto de partida, não como veredito.
  • O difícil é a porção, não o prato. É aí que a estimativa mais balança. Quanto mais detalhe você der — tamanho, se levou óleo, se veio com molho —, menos ela oscila.
  • Dá pra corrigir do mesmo jeito em foto, texto e código de barras: na revisão, toca no item e digita o peso exato em gramas ou as calorias por 100 g, usa os botões de mais e menos ou remove o item. Depois de salvar, você pode trocar à mão o total de calorias da refeição — isso não recalcula os itens.
  • Ele não aprende seus hábitos automaticamente nem adivinha o seu "de sempre". Cada estimativa usa o que você mandou naquela mensagem; só os atalhos que você salva de propósito ficam disponíveis para reutilizar.
  • Para onde vai o que você manda: a foto e o texto vão para o Gemini, do Google, pra análise. A gente usa a API no plano pago, e nesse plano o Google não usa esse conteúdo para treinar nem para melhorar os modelos dele. Ele guarda registros por um tempo limitado, para detectar abuso, por segurança e para eventuais obrigações legais.
  • Nenhuma promessa de resultado: sem quilos, sem prazo, sem "em X semanas você...". O bot mostra números pra você entender o que come; o que fazer com eles é você quem decide.

Ele entende a comida daqui

Você não precisa traduzir o almoço para "chicken breast 150g" nem caçar o seu prato numa lista de mil opções parecidas. Escreve como você fala em casa, ou manda a foto — sem tabela de gramas. Se souber o tamanho ou o que veio junto, fala junto: a estimativa fica mais firme.

  • feijoada com arroz e couve
  • pão de queijo e um pingado
  • arroz, feijão, bife e salada
  • frango com batata doce
  • açaí com granola e banana
  • tapioca com queijo
  • marmita do almoço
  • pastel de feira
  • strogonoff com batata palha
  • whey com banana
  • coxinha
  • brigadeiro

De graça, sem instalar nada

Ele mora dentro do Telegram que você já tem aberto. Nada de baixar app novo, criar senha ou cadastrar cartão pra experimentar.

  • Sem app novo e sem cadastro: é só mais uma conversa no Telegram.
  • Sem cartão, sem anúncio e sem aquele teste de 7 dias que cobra depois.
  • Funciona por texto, por foto e também pelo código de barras do produto (quando ele está na base aberta).
  • O uso diário da IA tem limite por pessoa. Uma refeição pode exigir mais de uma etapa de IA; o registro manual não usa esse limite. É freio de custo do nosso lado, não estratégia de venda.
  • Meta diária no bot sem dados corporais: você digita o valor e ele aplica um piso de 1200 kcal. O calculador opcional processa idade, sexo, altura, peso e atividade somente no seu aparelho e envia à Fennla apenas as metas finais de calorias e proteína.
  • Nas configurações você apaga os dados que a Fennla guarda. A foto continua no seu chat do Telegram até você apagá-la por lá; registros temporários do Google ficam fora do nosso controle.

Dúvidas rápidas

Em que idioma ele fala?

Você escreve em português e as respostas da IA chegam em português: o nome do prato, os itens, a estimativa. A interface do bot também está em português — botões, menus e telas («Apagar todos os meus dados», «Hoje»). Dá pra trocar o idioma nas configurações: são sete no total.

É grátis mesmo?

Hoje, sim: registrar refeição não custa nada, sem cartão e sem assinatura. Manter isso de pé custa dinheiro pra gente, então o uso diário da IA tem limite por pessoa; uma refeição complexa pode gastar mais de uma etapa de IA. Se o bot se mostrar realmente útil, a gente vai atrás de um jeito de ele pagar as próprias contas. Seja qual for, será dito antes: nada é cobrado sem você saber.

O que acontece com as minhas fotos e com o que eu escrevo?

Passa por três lugares, e vale saber os três. (1) Telegram: a foto trafega pelos servidores do Telegram e continua no seu chat; a Fennla baixa a imagem só para analisar e não guarda a imagem nem a referência do arquivo. (2) Google Gemini: a foto e o texto são enviados para análise. Usamos a API paga, e nela o Google não usa esse conteúdo para treinar nem melhorar seus modelos; pode guardar registros por tempo limitado para segurança, detecção de abuso e obrigações legais. (3) PostHog: recebe o nome do evento, um token pseudonimizado e propriedades limitadas como idioma, origem e tipo de entrada — nunca a foto, o texto da refeição nem valores absolutos de nutrição.

Isso é orientação médica?

Não. São estimativas informativas pra você acompanhar o que come — não é diagnóstico, tratamento nem dieta prescrita. Você pode digitar a meta diária direto no bot; abaixo de 1200 kcal, ele usa 1200 como piso. Se optar pelo calculador, os dados corporais ficam no seu aparelho e só as metas finais chegam à Fennla. Se você tem alguma condição de saúde, usa medicação, está grávida ou já teve transtorno alimentar, fale com nutricionista ou médico.

Dá pra apagar tudo?

Em configurações, use "Apagar todos os meus dados" e confirme: a Fennla apaga da base suas refeições, metas diárias e atalhos. A foto continua no seu chat do Telegram até você apagá-la por lá, e registros temporários do Google ficam fora do nosso controle. Para apagar eventos de análise, escreva para fennla@proton.me.

Testa no seu próximo prato.

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